02 Março 2009

Raridade x Importância

Eu e meus colegas de trabalho recebemos esta mensagem por e-mail de nosso chefe...e acho que diz muita coisa sobre o mundo corporativo em que vivemos! No cenário empresarial atual principalmente...e achei que deveria dividir com todos...


Desde os primórdios da humanidade, pessoas são remuneradas pela sua raridade e não pela sua importância. Quem duvida que médicos e professores são indispensáveis para uma sociedade civilizada? Ninguém duvida. Quem duvida que médicos e professores são muito mais importantes do que um jogador de futebol? Ninguém duvida. Mas alguns astros do futebol ganham em dois dias o que um professor levaria 35 anos para receber. Injustiça? Evidência de uma sociedade desequilibrada? Pode ser, mas esta é uma questão eterna, cuja discussão não leva a coisa alguma. O certo e o prático é que é assim! Em alguns assuntos, não podemos perder muito tempo discutindo como deveria ser o mundo. Temos que compreendê-lo e tratar de nos adequar da melhor forma possível. Pessoas recebem dinheiro por sua raridade e não pela sua importância. Um astro do futebol ganha em dois dias o que um professor leva 35 anos para ganhar porque o astro é raro e porque professores existem em grande quantidade. O mundo valoriza o raro, não o importante, pelo menos na maioria dos casos. Este é um fato presente em todas as épocas e em todos os países.
Qual proveito este assunto pode trazer para os profissionais de qualquer negócio? Se quiser ganhar mais, torne-se mais raro, esta é a orientação. E como pode alguém tornar-se mais raro? Se todos falam um idioma, fale dois. Se todos são especialistas em um só assunto, seja especialista em dois assuntos. Se a maioria dos profissionais de RH não entende coisa alguma de finanças, seja um gerente de RH que entende muito bem a área financeira. Se a maior parte dos gerentes de produção não entende de RH, seja um gerente de produção que conhece muito bem as técnicas de recursos humanos. Se diretores são generalistas, seja um diretor que, além de generalista, conheça muito bem a operação de duas ou três áreas da empresa. Se presidentes quase nunca vão ao chão de fábrica, seja um presidente que transite por lá com a mesma naturalidade e freqüência com que anda pelos salões das federações patronais. Se a maioria dos sindicalistas é radical nas suas teses e ignora a importância do capital, seja um sindicalista que entenda a relação estreita e cooperativa que deve existir entre patrões e empregados.
Muitos dizem que raridade é apenas uma questão de talento nato. Não é. Raridade é uma questão de opção. Muitas cidades européias têm um fluxo muito grande de turistas porque seu povo as tornou raras. Elas não têm belezas naturais, mas tornaram-se diferentes porque sua população criou esta diferenciação com monumentos, museus e história. Quanto mais alguém estuda, mais sabe e mais raro se torna. Quanto mais alguém trabalha, mais desenvolve suas habilidades e mais raro se torna. Quando implemento o sistema integrado de gestão nas empresas dos meus clientes, levo muitas técnicas que a maioria dos gestores desconhece. Alguns recusam-se a aprender. Após um ano, estão em desvantagem em relação a outros gestores que aprenderam. Perdem promoções e espaço para seus colegas. Reclamam dos seus chefes e afirmam que a empresa não os valoriza. Alguns perdem o emprego. Não conseguem compreender o princípio da raridade. Ficaram parados enquanto outros corriam. Ficaram com as velhas habilidades enquanto outros adquiriam novas. Envelheceram precocemente. Desperdiçaram vida e oportunidades. São opções, nada mais do que opções.


Autor: Dr. Paulo Roberto Mubarack - Publicado em 02/12/2008


Todos nós somos importantes, mas somente aqueles que se tornam RAROS podem alcançar o SUCESSO!!!

14 Novembro 2008

Saudades...




Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio. Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido. Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: As perdas do ser humano. Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos. Começamos a vida em perda e nela continuamos. Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói. E continuamos a perder e seguimos a ganhar. Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair... E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. Por quê? Perguntamos a todos e de tudo. Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás. Estamos crescendo. Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer. Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros. Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade. Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres. Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda tememos dizer-lhe isso. Receamos dar risadas escandalosamente da bermuda ridícula do vizinho ou puxar as pelanquinhas do braço da vó com a maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto. Estamos crescidos e nos ensinam que não devemos ser tão sinceros. E aprendemos. E vamos adolescendo, ganhamos peso, ganhamos, seios, ganhamos pelos, ganhamos altura, ganhamos o mundo. Neste ponto, vivemos em grande conflito. O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos ah! os sonhos!!! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo. Aí, de repente, caímos na real! Estamos amadurecendo, todos nos admiram. Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima dos outros animais? A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado? E continuamos amadurecendo, ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma. E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. Mas perdemos peso!!! Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos-lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos, ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade. E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos. De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso e perdemos cabelos. Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir, perdemos a esperança. Estamos envelhecendo. Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno, que necessita do outono que o antecede. Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie. Que tenhamos rugas e boas lembranças. Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia. Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos, sintam-se amados mais do que saibam-se amados. Afinal, o que é o tempo? Não é nada em relação a nossa grande missão. E que missão! Fique em Paz!



"Perdi esta semana uma pessoa muito especial na minha vida...meu parceiro de risadas, de viagens na ponte-aérea POA-RG, meu ombro amigo, tocador de violão e metido a cantor...meu tio querido...Coloradaço doente...


Essa vida é realmente muito frágil...quando menos esperamos somos surpreendidos pelo destino, que chega como o mar revolto e acaba com os castelos de areia na beira da praia...


A vida se vai...de forma inexplicável...ficam a saudade e as lembranças dos bons momentos".



Tio Bino...




Terás sempre um lugar muito especial no meu coração...




Muita luz...e muita paz...









Segue uma homenagem minha...uma lembrança boa das várias viagens que fizemos juntos:


http://www.youtube.com/watch?v=3h-w-IqmACw


06 Novembro 2008

Cala-te...

CALA-TE BOCA!!!
E TENHO DITO!!!
Quem fala demais...acaba assim....
E vamo...vamo INTER!!!

15 Outubro 2008

15 de Outubro...Dia do Professor


Recebi este cartão por e-mail hoje a tarde,
parabenizando-me pelo Dia do Professor e resolvi colocá-lo aqui...
Lembrei de muitas etapas da minha formação...de quando eu estava sentada na sala de aula absorvendo todo o conhecimento que os verdadeiros MESTRES passaram...pq PROFESSORES muitos são mas MESTRES são raros...
Além disso, relembrei o quanto foi maravilhosa minha experiência do outro lado...dividindo meus conhecimentos com meus alunos...e também aprendendo com eles...pq precisamos ter sempre a humildade para admitir que nunca conheceremos tudo e que a cada dia temos um novo aprendizado...
Parabéns a todos os colegas Professores por nosso dia...
e uma saudação Especial aos meus colegas MESTRES!!!